MY NEWS - FREI DAVID, DA EDUCAFRO, REAGE A VETO DE JORGINHO MELLO ÀS COTAS, UMA PAUTA DA DIREITA BOLSONARISTA
https://www.youtube.com/watch?v=WgrRpMkPg70
O veto do governador Jorginho Mello às políticas de cotas em Santa Catarina reacendeu um dos debates mais sensíveis do país: ações afirmativas, desigualdade racial e o papel do Estado na reparação histórica. Neste vídeo, Frei David, fundador da Educafro, reage ao veto e analisa o avanço de uma agenda defendida por setores da direita bolsonarista que questionam políticas de inclusão no ensino e no serviço público. A conversa aborda: O impacto real do veto às cotas para jovens negros e periféricos O argumento da “meritocracia” no debate sobre desigualdade estrutural Como a pauta das cotas se tornou um símbolo ideológico na polarização política O que está em jogo para o futuro das políticas de inclusão no Brasil Mais do que uma reação, este é um debate sobre democracia, justiça social e projeto de país. Assista, entenda o contexto e participe da conversa nos comentários. 👉 Inscreva-se no canal para mais análises, entrevistas e debates que ajudam a compreender o Brasil além das manchetes. Conheça nosso site: https://canalmynews.com.br/
Vitória da Constituição: Justiça de Santa Catarina suspende lei que tentava proibir cotas raciais
Em uma decisão que reafirma o compromisso do Judiciário com a Constituição Federal e com a reparação histórica, a desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), suspendeu liminarmente os efeitos da Lei Estadual nº 19.722, de 22 de janeiro de 2026. A legislação, sancionada pelo governador Jorginho Mello, tentava proibir a aplicação de cotas e ações afirmativas em instituições de ensino estaduais, afrontando décadas de jurisprudência sobre igualdade racial no Brasil.
A Vida Roubada de Sônia: O Desembargador Borba, a Falsa Caridade e a Cegueira Deliberada do Judiciário
No Brasil, a escravidão contemporânea tem cor, tem gênero e, escandalosamente, tem endereço em bairros nobres. O caso de Sônia Maria de Jesus, mulher negra, surda, mantida por quase 40 anos em condições análogas à escravidão, não ocorreu nos confins de uma fazenda isolada, mas sob o teto de quem tem o dever constitucional de garantir a Justiça: o desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), Jorge Luiz de Borba, e sua esposa, Ana Cristina Gayotto de Borba.
EDUCAFRO alerta para riscos simbólicos e institucionais na exposição de Ailton de Aquino, diretor do Banco Central
Em nota destacada pelo jornal O Globo, entidade questiona a personalização de decisões institucionais e a vulnerabilidade de lideranças negras em espaços de poder.
A Educafro Brasil, cumprindo sua missão de vigilância contra o racismo estrutural e institucional, manifestou-se preventivamente sobre a decisão de incluir Ailton de Aquino Santos, Diretor de Fiscalização do Banco Central, em uma acareação no âmbito do caso Master.
O posicionamento da entidade ganhou destaque neste domingo (29/12) na coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo. A preocupação central não é com a legalidade do ato jurídico, mas com a mensagem simbólica que se envia à sociedade quando o primeiro e único diretor negro da história do Banco Central é colocado em posição de equivalência visual a investigados, personalizando responsabilidades que deveriam ser institucionais.
Vitória Histórica: STF Reconhece por Unanimidade o Racismo Estrutural e Exige Plano de Ação do Governo
O dia 18 de dezembro de 2025 ficará marcado na história da luta antirracista brasileira. Em uma decisão unânime, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu oficialmente a existência de racismo estrutural no Brasil e a ocorrência de violações graves e sistemáticas aos direitos da população negra.
Esta decisão não é apenas um reconhecimento jurídico; é a validação do grito que o Movimento Negro, a Educafro e tantas outras entidades vêm dando há séculos. O Estado brasileiro, enfim, admite que falhou.
O Que Foi Decidido
Da Cela à Cidadania: Um Plano de Emergência Contra o Encarceramento em Massa e Pela Ressocialização da População Negra
Não podemos mais aceitar o sistema prisional brasileiro como um "depósito de gente". Para a população negra, o cárcere não é apenas uma punição; é uma máquina de moer futuros, desestruturar famílias e perpetuar a pobreza. O diagnóstico já foi feito: vivemos um Estado de Coisas Inconstitucional. Agora, precisamos passar da denúncia para a ação tática.
Apresentamos abaixo uma estratégia para garantir que a lei saia do papel e que a dignidade negra seja respeitada, dentro e fora das grades.
1. O Mapa das Violações: O Que Está Sendo Quebrado?
Negros no Poder: Juízes Debatem o Racismo e Mostram que o Lugar de Decisão Também é Nosso
Muitas vezes, quando entramos em um tribunal ou vemos notícias sobre justiça na TV, é difícil encontrar rostos que se pareçam com os nossos. Mas isso está mudando. E precisa mudar mais rápido.
Nesta semana, Brasília foi palco de um encontro histórico. Juízas e juízes negros de todo o Brasil se reuniram na casa de uma das cortes mais altas do país para dizer: "Nós existimos, estamos aqui e precisamos mudar a forma como a justiça trata o povo negro".
Abaixo, reproduzimos a matéria do portal G1 que noticiou este evento, para que você entenda a importância do que está acontecendo.
A Notícia na Íntegra
Fonte: G1 / TV Globo – Por Filipe Matoso Data: 09/12/2025 Link Original: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2025/12/09/juizas-e-juizes-negros-debatem-racismo-no-judiciario-presidente-do-stj-pede-acoes-concretas.ghtml
Juízas e juízes negros debatem racismo no Judiciário; presidente do STJ pede ações 'concretas'
19 Anos Depois, a Cobrança Chega: Educafro e OAB-RJ Processam Itaú em R$ 414 Milhões por Morte de Cliente Negro
A memória do povo negro não prescreve. Dezenove anos após a execução brutal de Jonas Eduardo Santos de Souza dentro de uma agência bancária no Rio de Janeiro, a Educafro Brasil e a OAB-RJ deram um passo histórico para garantir que a impunidade não seja a palavra final desta tragédia.
Nesta semana, protocolamos uma Ação Civil Pública (ACP) exigindo que o banco Itaú pague uma indenização de R$ 414 milhões por danos morais coletivos decorrentes de racismo estrutural e institucional.
O STF, a Política e a Cor do Poder: Por Que Insistimos no Jantar com Lula
A indicação de Jorge Messias para a vaga do Ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), anunciada pelo Presidente Lula justamente no dia 20 de novembro — Dia da Consciência Negra —, gerou reações imediatas e profundas em todo o movimento negro brasileiro.
O mal-estar não passou despercebido pela grande mídia. Em matéria publicada na coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, a jornalista Pâmela Dias destacou a insatisfação e a pressão das entidades por um diálogo real antes da sabatina.
Vitória Histórica! CNJ Aprova 30% de Cotas Raciais no Judiciário Após Ação da Educafro
A EDUCAFRO BRASIL ESTÁ EM FESTA!
Anunciamos a todo o povo negro, indígena e quilombola uma vitória que redefine o futuro do Poder Judiciário brasileiro. A nossa Ação impetrada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi APROVADA!
Em decisão histórica ocorrida nesta terça-feira (11/11), durante a 15ª Sessão Ordinária de 2025, o Plenário do CNJ aprovou a nova resolução que amplia de 20% para 30% a reserva de vagas para cotas raciais em todos os concursos públicos do Judiciário.
Esta não é apenas uma vitória da Educafro. É uma vitória de todo o movimento negro, que vê a mais alta instância de controle do Judiciário reconhecer, nas palavras do Conselheiro João Paulo Schoucair, que "o Brasil tem uma dívida histórica nessa matéria" e que "os laços da escravidão ainda insistem e se fazem presentes".







imagem - arte desenvolvida com AI generica exclusivamente para ilustrar o artigo sem qualquer finalidade de reprodução 24/11/2025